sexta-feira, 1 de julho de 2011
domingo, 26 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
domingo, 19 de junho de 2011
Ser único
Matas-me com a palavra
Sempre que a vírgula
Faz rimar a exclamação
Sinto-me único e absoluto
sem peias nem restrições
Sempre que misturas nos meus dias
O aroma e o gosto
... de um gesto
... de um traço
... de um olhar que é teu
Fazes-me sentir bíblico e sublime
sempre que descalço
caminho sob um mar...
Confiante que no mundo dos porquês
a imersão dos meus pés nus
flutuam na estabilidade de um passo
Imperioso e soberbo
indiferente e omnipresente
Pairo sob mim, em ti
Numa dualidade perfeita
que materializa as formas de um todo
No corpo e no espírito...
De uma alma que amanhece
Cuidando de nós
tudo fica mais próximo de se tocar
E nem o tempo é imenso
Nem as distâncias são desmedidas
Quando no imediato
se perpetuam de boas intenções
Submited by Sugo
Matas-me com a palavra
Sempre que a vírgula
Faz rimar a exclamação
Sinto-me único e absoluto
sem peias nem restrições
Sempre que misturas nos meus dias
O aroma e o gosto
... de um gesto
... de um traço
... de um olhar que é teu
Fazes-me sentir bíblico e sublime
sempre que descalço
caminho sob um mar...
Confiante que no mundo dos porquês
a imersão dos meus pés nus
flutuam na estabilidade de um passo
Imperioso e soberbo
indiferente e omnipresente
Pairo sob mim, em ti
Numa dualidade perfeita
que materializa as formas de um todo
No corpo e no espírito...
De uma alma que amanhece
Cuidando de nós
tudo fica mais próximo de se tocar
E nem o tempo é imenso
Nem as distâncias são desmedidas
Quando no imediato
se perpetuam de boas intenções
Submited by Sugo
sábado, 18 de junho de 2011
Fantástico!!!
CAGE : CHANCE : CHANGE: STRAVINSKI – Consagração da Primavera: "stravinski - 1913 por disney - 1940"
Tão singelo...gosto de infância!
Moça da bicicleta: Ana Moraes.
POEMINHA COLHIDO DE UM SONHO DE ADÉLIA.
O sono me acorda para dentro
onde os gerânios florescem
acendendo as manhãs
nos olhos da menina de vestido florido
e flores no sorriso.
O teu cabelo limpo, Adélia,
refletia vermelhos
mas um vermelho assim, possível apenas
nas veias de um poema
e nos sonhos em chamas.
Eu sangrei uma cor, Adélia;
eu sonhei.
quarta-feira, 15 de junho de 2011
domingo, 12 de junho de 2011
Autor: William Shakespeare
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante com a graça de um adulto, e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vôo.
Depois de um tempo, você aprende que até o sol queima se você ficar exposto por muito tempo.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar...
Que realmente é forte e que realmente tem valor..."
Depois de algum tempo, você aprende a diferença, a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se, e que companhia nem sempre significa segurança.
E começa a aprender que beijos não são contratos e presentes não são promessas.
E começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e os olhos adiante com a graça de um adulto, e não com a tristeza de uma criança.
E aprende a construir todas as suas estradas hoje, porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos, e o futuro tem o costume de cair em meio ao vôo.
Depois de um tempo, você aprende que até o sol queima se você ficar exposto por muito tempo.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar...
Que realmente é forte e que realmente tem valor..."
sábado, 11 de junho de 2011
Mistérios intransponíveis!
E quando o teu querer em desconhecer for maior que o teu estar em eterna busca do que sou, com regozijo eu lhe digo que sou o inverso de todas as evidências que leva nas mãos. Sou segundos de certezas, banhados com ondas de mistérios levados por sentimentos que a própria vida desconhece.
(Priscila Rôde)
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