segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Sonhos Encantados
Meus sonhos
Chegam, a mim,
Chegam, a mim,
Como se fossem histórias
Repletas de personagens
Repletas de personagens
Encantadas e misteriosas,
Algumas boas, outras nem tanto.
.
Cada uma delas
Com um destino a cumprir.
Meus sonhos têm
Cheiro e gosto de fantasias.
Assim como as lembranças infantis
Que guardamos na memória
E, vez por outra,
Quando estamos melancólicos,
Nós as evocamos,
E, por alguns instantes,
"Viajamos para o passado",
Voltando a ser felizes.
Meus sonhos são multicoloridos,
Do modo que lembro do jardim
Que havia na minha casa.
Quanta saudade!
Meus sonhos são meu refúgio.
É nele que encontro
Todos os seres
Que fizeram parte
Da minha vida real,
E, até mesmo, aqueles
Que um dia ainda farão,
Porque nos sonhos encantados,
Tudo é mágico; tudo é etéreo,
E mais que um estado onírico,
É onde os meus desejos
Podem ser realizados.
Meus sonhos encantados
São como os Contos de Fadas,
Onde tudo pode acontecer...
O tempo de cada um...
O meu tempo não é igual ao teu,
que não é o mesmo dele, nem de ninguém.
O meu tempo é hoje!
Tempo de despertar.
Tempo de abrir as janelas da alma,
Tempo de enebriar-se com o perfume da vida.
.
O meu tempo não é igual ao teu,
que não é o mesmo dele, nem de ninguém.
O meu tempo é premente,
É urgente.
O meu tempo é agora!
que não é o mesmo dele, nem de ninguém.
O meu tempo é hoje!
Tempo de despertar.
Tempo de abrir as janelas da alma,
Tempo de enebriar-se com o perfume da vida.
.
O meu tempo não é igual ao teu,
que não é o mesmo dele, nem de ninguém.
O meu tempo é premente,
É urgente.
O meu tempo é agora!
domingo, 30 de agosto de 2009
Amor virtual...

Amor, conectado a uma tela
sobrevivendo, sem o toque da pele
desejando, o calor que arrepia a alma
no doce enlevo, vive a magia dos sonhos
Amor feito, da cumplicidade das palavras
de felicidade, mas com gosto de saudades
encantador como o verso da poesia
embalado por doce e suave melodia
Amor fugaz, faz devanear
contando os minutos, na rapidez do teclar
na madrugada, a triste despedida
nos beijos enviados, a vontade de ficar
Mesmo distantes, amor ansioso
intenso e inebriante, a cada encontro
nas juras e promessas trocadas
um único desejo, tornar-se real amanhã.. ^♥^
Postado por Darlene ^♥^
Blog "Poemas e Poesias"
É proíbido distrair-se.
Espio a Vida, através da esquina do Tempo. Ela anda acelerada. Tenho medo de não acompanhar o seu rítmo. Apresso o passo, mas me falta o fôlego para seguí-la. Então, páro e descanso na calçada da Esperança; observo as flores que desabrocham, afinal é Primavera, estação das flores e dos amores: daqueles que se foram, e dos que virão... são sonhos, devaneios...
Volto à realidade e caminho mais um pouco. A estrada é longa e a Vida não dá trégua.
Sigo o percurso, sem saber direito aonde vou chegar. A única certeza que tenho é que não posso me distrair, pois Ela não espera por ninguém. Faço um esforço e caminho mais rápido, não quero ficar para trás nessa jornada.
A Vida pode ser ligeira, mas não vai conseguir me vencer. Sou eu quem vai atravessar a linha de chegada em primeiro lugar.
Amor não é Filosofia; muito lindo!
Amor não é filosofia, É exercício de vida,
É construção cotidiana,
Semeadura e colheita,
Resignação e atitude.
Permanente doação.
Amor não é filosofia.
Amor é dividir,
multiplicando.
Acolher o alheio
em nosso íntimo...
Amor é labor,
É como regar as flores...
Semear a messe...
Colher as rosas...
Amor não é filosofia,
É quimica agindo...
Física aplicada...
Matemática dos seres,
linguagem de beijos,
Geografia de corpos,
História de vidas.
Amor não é filosofia.
É vida conjugada,
Experiência dividida,
Prazer multiplicado
(Amor nem sempre é riso
Mas, também nem sempre é dor).
Amor é o divino no humano,
O infinito no efêmero.
Amor é a iniciação
À eternidade.
Ilumine-se:
Exercite o amor
todos os dias.
(Vaine Darde).
É construção cotidiana,
Semeadura e colheita,
Resignação e atitude.
Permanente doação.
Amor não é filosofia.
Amor é dividir,
multiplicando.
Acolher o alheio
em nosso íntimo...
Amor é labor,
É como regar as flores...
Semear a messe...
Colher as rosas...
Amor não é filosofia,
É quimica agindo...
Física aplicada...
Matemática dos seres,
linguagem de beijos,
Geografia de corpos,
História de vidas.
Amor não é filosofia.
É vida conjugada,
Experiência dividida,
Prazer multiplicado
(Amor nem sempre é riso
Mas, também nem sempre é dor).
Amor é o divino no humano,
O infinito no efêmero.
Amor é a iniciação
À eternidade.
Ilumine-se:
Exercite o amor
todos os dias.
(Vaine Darde).
Só Para Mulheres Fenomenais...

Tem sempre presente que a pele se enruga, o cabelo embranquece, os dias convertem-se em anos...
Mas o que é mais importante não muda;
A tua força e convicção não têm idade.
O teu espírito é como qualquer teia de aranha.
Atrás de cada linha de chegada, há uma de partida.
Atrás de cada conquista, vem um novo desafio.
Enquanto estiveres viva, sente-te viva.
Se sentes saudades do que fazias, volta a fazê-lo.
Não vivas de fotografias amarelecidas...
Continua, quando todos esperam que desistas.
Não deixes que enferruje o ferro que existe em ti.
Faz com que em vez de pena, te tenham respeito.
Quando não conseguires correr através dos anos,
Trota
Quando não consigas trotar, caminha.
Quando não consigas caminhar, usa uma bengala.
Mas nunca te detenhas!!!.
Madre Teresa de Calcutá
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
Los Amantes

¿Quién los ve andar por la ciudad
si están todos ciegos?
Ellos se toman de la mano: algo habla
entre sus dedos, lenguas dulces
lamen la húmeda palma, corren por las falanges,
y arriba está la noche llena de ojos.
Son los amantes, su isla flota a la deriva
hacia muertes de césped, hacia puertos
que se abren entre sábanas.
Todo se desordena a través de ellos,
toda encuentra su cifra escamoteada;
pero ellos ni siquiera saben
que mientras ruedan en su amarga arena
hay una pausa en la obra de la nada,
el tigre es un jardín que juega.
Amanece en los carros de basura,
empiezan a salir los ciegos,
el ministerio abre sus puertas.
Los amantes rendidos se miran y se tocan
una vez más antes de oler el día.
Ya están vestidos, ya se van por la calle.
Y es sólo entonces
cuando están muertos, cuando están vestidos,
que la ciudad los recupera hipócrita
y les impone los deberes cotidianos.
si están todos ciegos?
Ellos se toman de la mano: algo habla
entre sus dedos, lenguas dulces
lamen la húmeda palma, corren por las falanges,
y arriba está la noche llena de ojos.
Son los amantes, su isla flota a la deriva
hacia muertes de césped, hacia puertos
que se abren entre sábanas.
Todo se desordena a través de ellos,
toda encuentra su cifra escamoteada;
pero ellos ni siquiera saben
que mientras ruedan en su amarga arena
hay una pausa en la obra de la nada,
el tigre es un jardín que juega.
Amanece en los carros de basura,
empiezan a salir los ciegos,
el ministerio abre sus puertas.
Los amantes rendidos se miran y se tocan
una vez más antes de oler el día.
Ya están vestidos, ya se van por la calle.
Y es sólo entonces
cuando están muertos, cuando están vestidos,
que la ciudad los recupera hipócrita
y les impone los deberes cotidianos.
( Julio Cortazar )
A loucura que liberta

Alguns chamam de loucura.
Eu digo que é salvação.
Quem pode saber...
Só aqueles que, como eu,
Experimentaram
A doce sensação
De transcender o "real",
Viajar para o ficcional.
Será loucura atravessar
Será loucura atravessar
O portal do "irreal"?
Eu digo que é magia,
Eu digo que é magia,
Fantasia, alegria!
Quem pode saber...
Talvez aqueles que,
Quem pode saber...
Talvez aqueles que,
Feito "bêbados equilibristas",
Dão passos inseguros
Dão passos inseguros
Na corda bamba da vida.
Loucura?
Não. Redenção!
Loucura?
Não. Redenção!
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