segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Terca-Feira-12526
Coracoes-6960

Como viver um lindo amor...


É assim que deve ser vivido um amor,
para ser vivido com calor,
em sua plenitude seja como for...
Um amor de verdade,
só deve sentir felicidade...
Para se amar,
basta no coração estar...
Um amor deve ter loucura...
deve ter ternura, deve ter doçura...
Para existir,
basta amando-se seguir...
Basta ter-se a figura amada no coração,
sentindo toda o calor da paixão...
Basta saber que se ama,
mesmo quando ausente,
e a presença se reclama...
Pode-se sentir a presença,
mesmo que seja apenas uma lembrança...
Assim é um amor de verdade,
vivido com plena felicidade,
ainda que com saudade...

(Autor Marcial Salaverry)

Gosto de pecado...


Ah, essa boca sensual,
Com dentes tão brancos
E um sorriso malicioso...
Que vontade me dá
De beijar essa boca,
Que me faz delirar.

Ah, essa boca apetitosa,
De lábios carnudos,
Teu beijo quero roubar.
Um beijo tão gostoso,
Como fruta madura,
suculenta e saborosa.

Ah, essa boca que provoca
E acende o fogo da paixão,
Que sussurra em meu ouvido
Palavras ternas de amor,
Que aguça meus sentidos,
E faz meu corpo vibrar.

Ah, essa boca formosa,
Da cor do carmim,
Tem gosto de pecado
E é toda volúpia.
Seu hálito é suave
E me lembra Anis.

Ah, essa boca morena,
Enfeitiçou meu coração.
Não há como evitar
Amar, para sempre,
A dona dessa boca,
Que é pura tentação!

Ah, essa boca...

domingo, 16 de agosto de 2009

Obrigada, amiga, por mais um lindo Poema


POEMA

Poema…
Poema lindo e belo…
Poema que me transforma…
E que me leva bem longe…
Sinto que ao ler-te...
O meu pensamento voa, voa alto…
E eu salto para o outro lado…
E lá… sinto que sou outra…
E vejo…um mundo belo…
Um mundo de sonho…
Porque o poema é lindo…
Escrito por quem o sabe escrever…
E leva-me para longe…
Para me poder transformar…

Lili Laranjo

Poesia da querida Lili.


ESPERAR

Espero...
Espero, sempre.
Mas nada vejo...
Mas sou teimosa...

E espero...
Sabendo que não devia...
E espero...
Sabendo que não vens...

Mas sou assim...
E mesmo não acreditando...
Que vens...
Vou esperando...
E suspirando...

E mais uma noite vai...
E outro dia começa...
E mesmo dizendo que não...
Vou continuar a esperar...

LILI LARANJO

Photo Cube

Photo Cube

Sigo esse blog; ele é muito bacana!


Recebi de presente esse selinho da minha amiga Isa e gostaria de estender o carinho para outros amigos.
http://isamara-isamara.blogspot.com/

Há, porém, duas regrinhas para serem seguidas:
1ª linkar a pessoa que nos deu o selinho, não por tê-lo ganho , mas porque goste realmente do seu blog
2ª indicar 10 blogs que valem a pena ser visitados e conferir se eles cumpriram a regrinha


Queridos, Beijos!!!!
Um Ótimo Domingo!!!!!!!!!!!!!!

sábado, 15 de agosto de 2009


Hora daquele café gostoso! Estão servidos?



Fish

Ball Clock

Pressa de viver


Quando somos crianças, temos pressa em crescer; queremos logo ser adultos.
Ao entrarmos na adolescência, permanecemos insatisfeitos: não somos mais crianças mas também não somos "gente grande", não somos donos de nossas vidas.
Então o tempo passa e, finalmente, nos tornamos adultos. Agora, a vida passa a ter graça. Nos tornamos autônomos. A partir daí, tudo passa a ser nossa responsabilidade. Não tem pai nem mãe para nos socorrer, é tudo por nossa conta. No passado, "matar" aula não dava nada; hoje, "matar" o emprego pode nos custar sua perda e a não-realização de alguns sonhos.
Nesse percurso, nos damos conta de que temos muito o que aprender, que temos muito a conquistar. Fazemos muitos planos: estudar, trabalhar, viajar, namorar, casar, ter filhos...temos muita pressa, mas ainda somos jovens.
E, na ânsia de realizar nossos sonhos, nem sentimos quando entramos na maturidade: sinal de alerta. Precisamos ficar atentos. Estamos entrando numa curva descendente, início do processo de envelhecimento. Corrida contra o tempo; contagem regressiva. Ainda assim, ou talvez por isso mesmo, a pressa continua a nossa companheira.
O que falta realizar, o que ainda não fizemos ? Essa passa a ser a pergunta constante em nossa vida.
De repente, percebemos que a pressa nos impediu de recolher da vida aquilo que ela tem de mais precioso: a simplicidade de viver cada coisa a seu tempo, saboreando cada minuto como se fosse o último. Um tempo de cultivar amigos, trocar afetos, olhar para o outro, olhar para além de nós mesmos, enfim, viver de forma equilibrada.
Contudo, a constatação que faço aqui, é só retórica. Na prática, quantos de nós conseguem despistar a pressa e gozar a vida de forma saudável? Penso que muito poucos. Vivemos num país capitalista; somos induzidos ao consumo diariamente. O lema é ter e ter . Consequentemente, somos obrigados a trabalhar muito para obter o que desejamos, e nunca é o suficiente, pois as novidades tecnológicas e os avanços em todas as áreas não param. E, se outros têm, como vamos ficar sem...A competição é desmedida; a inveja - que deveria ser saudável - se na medida certa, às vezes vira coisa patológica.
O Ter, gradativamente, ocupa o lugar do Ser. Como fazer para não nos deixarmos dominar completamente por essa "fúria" que se desencadeou nos últimos anos, como não nos frustrarmos diante de situações em que nos sentimos impotentes, porque fogem ao nosso controle ? Penso que somente com muita lucidez, com muita determinação e o exercício diário para amanutenção de valores muito sólidos. E isso se adquire através de experiências e aprendizagens, o que demanda tempo.
A coisa certa talvez seja aprender a ser feliz. Aprender através da aceitação de que não bastam os bens materias para que nos tornemos seres plenos. É preciso muito mais que isso. É preciso saber usufruir do que temos ao nosso alcance - pouco ou muito - o que importa é a qualidade do que está ao nosso dispor e o quanto nos preenche. Acima de tudo, é preciso ter menos pressa e aprendermos a nos contentar com o que é realmente imprescindível para termos uma vida mais serena e, ao mesmo tempo, produtiva. De fato, o importante é olharmos ao nosso redor e descobrir que não precisamos ter muito para nos tornarmos um Ser mais rico interiormente. Basta sermos coerentes conosco e com nossos atos em relação à vida.
Andemos mais devagar, para apreciarmos melhor e com sabedoria o que está próximo a nós e, assim, poder curtir prazerosamente o tempo que nos resta.