sábado, 20 de junho de 2009

Sempre ele...o Amor!

Olhares pelo mundo...

Sensual demais!

Adorável!!!


Essa poesia tem um significado especial para mim

Amo-te


Amo-te das mas variadas formas:
Com ardor,
Sem pudor,
Aflito,
Desassossegado,
Urgentemente,
Inconsequentemente.


Amo-te
Sem medidas
Ou restrições.
Um amor fascinante,
Onde se descortina
O brilho de uma luz
Que cintila mais que as estrelas do céu.


Amo-te
Como se eu fosse
Uma insano
Que num gesto tresloucado
Desnudasse o corpo completamente
E a ti me entregasse
Atrevidamente.


Amo-te
Silenciosamente
A espera do momento
Em que finalmente
Tornarei-me só teu
E tu te tornarás só minha
Para sempre.





O segredo do olhar indecifrável

Não sei por que mas aquela foto me fascina,ou melhor,é a menina da fotografia que me seduz. Existe alguma coisa naquele olhar que me intriga, que me põe aflita. Ele parece o olhar de alguém assustado;de alguém que pede socorro.Aquela fotografia é mágica.E a menina nela retratada, produz um fascínio enorme sobre mim. Quantas vezes me peguei parada na frente do porta-retrato,em cima do aparador,imaginando o que se passava na cabecinha daquela criança no instante em que se deixava fotografar. Não há como saber. A menina há muito tempo virou adulta e com ela guardou seus segredos em recôndidos lugares; não é possível desvendar esse mistério. Ah,adorável menina de cabelos castanhos-escuros brilhantes como a luz,dentro do seu vestidinho branco enfeitado de rendas,quanto carinho tenho por ti.Sinto uma vontade imensa de te colocar no meu colo,te abraçar e te beijar. E se pudesse te diria:não tenhas medo de nada;estou aqui para te proteger. Conta para mim o que te perturba. Minha doce criança,enquanto eu viver seremos inseparáveis,afinal sou a tua parte menina insegura,e tu és um pouco da mulher adulta que se esforça para não deixar que a maturidade ignore que,bem lá no fundo do meu ser,tu vives com as tuas contradições de ora se sentir criança indefesa,ora ousar ser mulher segura e absoluta de seus atos. Linda menina,está decidido:Somos democráticas, portanto o espaço é de nós duas. Vivamos em harmonia.


Apelo do coração

Atenção!
Se alguém puder me ajudar...
Necessito comprar um armário bem grande.
Nele deve haver muitas gavetas e compartimentos,
Pois preciso guardar a minha juventude,
O meu primeiro soutien, o meu primeiro sapato de salto alto
E o meu primeiro beijo roubado.
É imprescindível guardar também
Todas as minhas lembranças.
Entre elas estão as primeiras reuniões-dançantes,
Onde dancei de rosto colado,
E os namoros escondidos na matiné.
Há coisas que quero guardar para sempre,
Como por exemplo, o gosto que tinha o café
Que a minha mãe levava para mim,
Na cama, nas manhãs de domingo.
Desejo guardar, bem lá no fundo de uma prateleira,
O meu vestido de festas preferido,
Aquele que usei no dia em que te conheci,
Trocamos olhares furtivos
E descobrimos que foi amor à primeira vista.
Por fim, quero guardar um pouco das histórias que vivi
E até mesmo as que não vivi,
Mas que ficaram na memória dessa senhora
Que um dia já foi chamada de senhorita.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Nesse feriado, dei um "pulo" a Buenos Aires. Ela continua, como sempre, encantadora!


No hotel, depois das compras.

Arte no metrô!

Poderia haver companhia melhor que a dele!?


Depois de um jantar regado a muito vinho e tango rsrs


Até a porta do elevador do hotel combinava com a nostalgia de Buenos Aires.


Puerto Madero: Inesquecível!

Café Tortoni: Imperdível!!

Galeria Pacífico em Buenos Aires: Sofisticadíssima!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Crônica


Uma escolha difícil...

Ontem assisti pela décima vez ( talvez mais rs ) um filme que me emociona demais: As pontes de Madison.
Para quem nunca assistiu, aconselho a ver; ele trata de uma paixão de uma dona de casa, mulher de um fazendeiro e mãe de dois adolescentes, por um fotógrafo da revista National Geographic.
As personagens são interpretadas por Meril Streep e Clint Eastwood. Ela vive numa pacata cidadezinha do interior dos Estados Unidos. Sua rotina é cuidar da casa e da família; seu lazer se resume às festas locais e de vez em quando reunir os amigos para um churrasco ou coisa parecida.Tudo começa quando um desconhecido passa pela sua fazenda para pedir informações a respeito de algumas pontes de arquitetura peculiar que havia por ali, pois ele fora contratado para fazer uma matéria para a revista.
Ela estava sozinha na ocasião, porque a família tinha viajado para outra cidade, onde haveria uma exposição e competição de animais.Não demorou muito para que surgisse uma forte atração entre os dois e, imediatamente, as coisas tomaram um rumo perigoso para ela.
A personagem Francesca era uma mulher que, apesar de viver uma vida simples, sem grandes ambições, sentia-se meio solitária; seu marido era um homem bom, mas já não lhe despertava encanto algum, não a surpreendia com nada .
Seus filhos pouco falavam com ela, envolvidos com coisas de interesses de suas idades. Ela era uma mulher bonita, escondida atrás de roupas simples; quase sem vaidade. Entretanto, dentro de si, ainda havia sonhos, desejos reprimidos e uma inquietude que ela não sabia definir direito o que era.
Robert era um homem do mundo, vivido, já não era tão jovem; foi fácil perceber que, bem lá no fundo de Francesca, existia um mulher que estava "viva", pronta para amar e se deixar amar com muito ardor. E foi inevitável a paixao entre os dois.
Foram quatro dias de muita emoção vividas na clandestinidade.Ela redescobriu o prazer que há muito já não sentia; se entregou completamente àquele desconhecido. E tudo foi muito intenso.
Toda vez que vejo esse filme, não há como não me imaginar na "pele" de Francesca; e choro muito pelo sofrimento dos dois, quando ele tem que partir e a convida para ir com ele.
Mas Francesca é sensata. Pondera e resolve ficar. Há um diálogo lindo na última noite em que jantam juntos, onde ela diz a ele que não poderia abandonar a família; que o marido e os filhos precisavam dela. Que a filha estava na idade de se apaixonar, e que quando encontrasse alguém para constituir uma família, é com ela - a mãe - que iria contar para falar dessas coisas tão íntimas. Ela diz que se fosse embora com ele, em um mês estaria se odiando por todo o mal que teria causado àqueles a quem ama. Além disso, a magia do momento não perduraria fora daquele cenário construído por eles naquele momento especial de suas vidas. O mais bonito, para mim, é quando ele diz a ela que o que aconteceu entre eles não se repetiria; que a partir dali, eles seriam parte um do outro, estivessem onde estivessem. E então, ele parte.
Depois de alguns anos, ela viúva, recebe do advogado de Robert, uma caixa com alguns objetos pessoais: pulseira, a corrente que tinha lhe presenteado, cartas e o livro com o trabalho e as fotos das pontes que o fizera ir até aquela cidade.
Ele nunca deixou de pensar nela até o momento da sua morte, assim como ela o teve em seus pensamentos para o resto de sua existência. Bem, fico imaginando quantas pessoas têm a sorte de viver uma grande paixão assim.
Não importa o tempo que leve, quando ela é verdadeira, vale a pena vivê-la com toda a intensidade.Não estou fazendo a apologia da infidelidade, mas acredito que homens ou mulheres não podem se privar de viver uma experiência semelhante a do filme, se o destino assim decidir. É lógico que devem ponderar os riscos do sofrimento; das perdas e ganhos que certamente terão. Mas, se forem coerentes, não machucando terceiros ou quartos...sempre valerá a pena viver emoções que ficarão para sempre em suas lembranças. Não será pior se proteger para não sofrer e nunca arriscar nada? E quem sabe, numa dessas, os momentos de felicidade vividos não sejam tão breves e possam se transformar num Happy End...

Decifra-me ou devoro-te

Sou o teu enigma,
O teu mistério,
Guardo segredos,
Que só a ti revelarei.
Desafio-te a desvendar-me.
Segue as pistas,
É impossível errar.
Vivo em teus sonhos,
Respiras o meu ar,
Teu coração bate por mim,
Desejas me possuir,
Pra sempre junto a ti.
Sou aquela,
A quem juraste,
Amar até a morte.
Meu sorriso,
Ilumina a tua alma,
E os meus beijos,
São mais doces,
Que o néctar dos deuses.
Preciso dizer mais?

Decifra-me...ou devoro-te!