sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Dia de sol e de flores!
Na terça-feira passada, o dia amanheu um pouco frio mas à tarde ficou quente e muito ensolarada.
A chuva deu uma trégua para a minha cidade, então aproveitei para passear. Saí para almoçar com a minha amiga, que é minha fisioterapeuta ( Prof de Pilates ); fomos para um lugar chamado a "calçada da fama", porque lá encontramos todos os "famosos" da cidade e de outros lugares também. Gente bonita, interessante, que se reúne para falar de negócios, fazer happy hour, etc.
Depois do almoço, tomamos um delicioso café e compramos rosas para combinar com a tarde primaveril.
Estava tudo maravilhoso.
No final da tarde, voltamos para o estúdio para realizar a sessão de Pilates, afinal, o verão vem aí, e queremos estar em forma.
Espero que a chuva e o frio estejam nos deixando, pois o Rio Grande do Sul, assim como outros estados, tiveram grandes prejuízos com a intensidade de água.

A chuva deu uma trégua para a minha cidade, então aproveitei para passear. Saí para almoçar com a minha amiga, que é minha fisioterapeuta ( Prof de Pilates ); fomos para um lugar chamado a "calçada da fama", porque lá encontramos todos os "famosos" da cidade e de outros lugares também. Gente bonita, interessante, que se reúne para falar de negócios, fazer happy hour, etc. Depois do almoço, tomamos um delicioso café e compramos rosas para combinar com a tarde primaveril.
Estava tudo maravilhoso.
No final da tarde, voltamos para o estúdio para realizar a sessão de Pilates, afinal, o verão vem aí, e queremos estar em forma.
Espero que a chuva e o frio estejam nos deixando, pois o Rio Grande do Sul, assim como outros estados, tiveram grandes prejuízos com a intensidade de água.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Genial!!
À medida que você vai passando, com o cursor do mouse, pelas figuras e faz um duplo click, recebe mais informação sobre cada uma.
Isto pode mantê-lo ocupado por horas..
http://cliptank.com/PeopleofInfluencePainting.htm
Isto pode mantê-lo ocupado por horas..
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Agora...ou nunca

Resoluta, fui até o espelho
E o que vi foi uma mulher
Sem graça, caidaça,
Uma desgraça!
Aí, entrei no chuveiro
E me depilei por inteira.
Descolei um vestido vermelho,
Com um decote maneiro.
Passei um batom da mesma cor
Pra combinar com
O tom de sedução.
Bebi uma taça de vinho
Pra criar coragem e saí.
Senti um calor que invadiu
Meu corpo por inteiro,
Era um misto de vontade
De fazer sexo e medo
De levar um fora.
Decidida, fui para a casa dele.
Apertei a campanhia
E senti um frio na espinha.
Pensei no que ele poderia dizer:
Que não me queria mais,
Que já não havia paixão
Nem tesão, etc e tal.
A porta se abriu,
Ele me olhou por instantes
E não disse nada...
Não foi preciso.
E o que vi foi uma mulher
Sem graça, caidaça,
Uma desgraça!
Aí, entrei no chuveiro
E me depilei por inteira.
Descolei um vestido vermelho,
Com um decote maneiro.
Passei um batom da mesma cor
Pra combinar com
O tom de sedução.
Bebi uma taça de vinho
Pra criar coragem e saí.
Senti um calor que invadiu
Meu corpo por inteiro,
Era um misto de vontade
De fazer sexo e medo
De levar um fora.
Decidida, fui para a casa dele.
Apertei a campanhia
E senti um frio na espinha.
Pensei no que ele poderia dizer:
Que não me queria mais,
Que já não havia paixão
Nem tesão, etc e tal.
A porta se abriu,
Ele me olhou por instantes
E não disse nada...
Não foi preciso.
Risco previsível

Se for pra eu me arriscar,
Que seja pra valer.
Que eu me entregue
Por inteira
E viva intensamente
As paixões transitórias,
E os momentos excitantes,
Quase sempre acontecidos
Na clandestinidade.
Se for pra eu me arriscar
Que seja pra saciar,
Plenamente,
A minha libido,
Com jogos perigosos
De muita sedução
E múltiplos gozos.
E que o meu instinto
De mulher transgressora,
Me proteja nas horas
Em que sou tão-somente
Uma fêmea no cio.
Que seja pra valer.
Que eu me entregue
Por inteira
E viva intensamente
As paixões transitórias,
E os momentos excitantes,
Quase sempre acontecidos
Na clandestinidade.
Se for pra eu me arriscar
Que seja pra saciar,
Plenamente,
A minha libido,
Com jogos perigosos
De muita sedução
E múltiplos gozos.
E que o meu instinto
De mulher transgressora,
Me proteja nas horas
Em que sou tão-somente
Uma fêmea no cio.
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009

Meu Deus, eu quero a mulher que passa
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Oh! como és linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Teus sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pelos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Como te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me encontrava se te perdias?
Por que não voltas, mulher que passas?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida
Para o que sofro não ser desgraça?
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
Que fica e passa, que pacífica
Que é tanto pura como devassa
Que bóia leve como a cortiça
E tem raízes como a fumaça.
Seu dorso frio é um campo de lírios
Tem sete cores nos seus cabelos
Sete esperanças na boca fresca!
Oh! como és linda, mulher que passas
Que me sacias e suplicias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Teus sentimentos são poesia
Teus sofrimentos, melancolia.
Teus pelos leves são relva boa
Fresca e macia.
Teus belos braços são cisnes mansos
Longe das vozes da ventania.
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Como te adoro, mulher que passas
Que vens e passas, que me sacias
Dentro das noites, dentro dos dias!
Por que me faltas, se te procuro?
Por que me odeias quando te juro
Que te perdia se me encontravas
E me encontrava se te perdias?
Por que não voltas, mulher que passas?
Por que não enches a minha vida?
Por que não voltas, mulher querida
Sempre perdida, nunca encontrada?
Por que não voltas à minha vida
Para o que sofro não ser desgraça?
Meu Deus, eu quero a mulher que passa!
Eu quero-a agora, sem mais demora
A minha amada mulher que passa!
Que fica e passa, que pacífica
Que é tanto pura como devassa
Que bóia leve como a cortiça
E tem raízes como a fumaça.
domingo, 13 de setembro de 2009
Solidão

No vazio do meu quarto,
No silêncio absoluto
Só a solidão me faz companhia,
Depois que tu partiste.
Busco aconchego sob os lençóis
E em sonhos me refugio.
Por entre luas e estrelas,
Me vejo passeando; radiante.
Um pouco mais distante,
Alguém estende as suas mãos
Na minha direção.
Caminho até esse ser
Que me envolve em seus braços
E sussurra palavras de amor
Ao meu ouvido.
De mãos dadas, nos tornamos unos
E como criaturas etéreas,
Viajamos para outras galáxias,
Guiados por uma luz divina
Que ilumina as nossas almas
E o nosso caminho,
Até que cheguemos
Ao destino final.
É então que tudo se desfaz.
Por força do destino,
Somos separados inesperadamente.
Sou levada por uma nebulosa
Que me envolve na escuridão,
E por mais que eu grite
Por teu nome, não me escutas,
Não me vês.
Te perdi mais uma vez.
Me debato, querendo me desprender
Dessa força que me domina,
E que me afasta de ti,
Mas é inútil.
Desesperada, acordo.
Era só mais um sonho...
Fica na minha lembrança
O calor do teu abraço,
E o som melódico
Da tua voz .
Amanhece, os raios de sol
Entram pela minha janela.
Peço uma trégua à solidão,
Até que, novamente,
A noite venha.
No silêncio absoluto
Só a solidão me faz companhia,
Depois que tu partiste.
Busco aconchego sob os lençóis
E em sonhos me refugio.
Por entre luas e estrelas,
Me vejo passeando; radiante.
Um pouco mais distante,
Alguém estende as suas mãos
Na minha direção.
Caminho até esse ser
Que me envolve em seus braços
E sussurra palavras de amor
Ao meu ouvido.
De mãos dadas, nos tornamos unos
E como criaturas etéreas,
Viajamos para outras galáxias,
Guiados por uma luz divina
Que ilumina as nossas almas
E o nosso caminho,
Até que cheguemos
Ao destino final.
É então que tudo se desfaz.
Por força do destino,
Somos separados inesperadamente.
Sou levada por uma nebulosa
Que me envolve na escuridão,
E por mais que eu grite
Por teu nome, não me escutas,
Não me vês.
Te perdi mais uma vez.
Me debato, querendo me desprender
Dessa força que me domina,
E que me afasta de ti,
Mas é inútil.
Desesperada, acordo.
Era só mais um sonho...
Fica na minha lembrança
O calor do teu abraço,
E o som melódico
Da tua voz .
Amanhece, os raios de sol
Entram pela minha janela.
Peço uma trégua à solidão,
Até que, novamente,
A noite venha.
sábado, 12 de setembro de 2009
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