domingo, 21 de junho de 2009


NECESITO DE UN AMIGO

Que me mire a los ojos cuando hablo,
Que escuche mis tristezas y neurosis con paciencia y aún cuando no comprenda,
respete mis sentimientos. Necesito de alguien que venga a luchar a mi lado sin ser llamado.
Alguien lo suficientemente amigo para decirme las verdades que no quiero oír,
aún sabiendo que puedo irritarme. Por eso, en este mundo de indiferentes,
necesito de alguien que crea en esa cosa misteriosa, desacreditada, casi imposible: -la amistad -
Que se obstine en ser leal, simple y justo.
Que no se vaya si algún día pierdo mi oro y no pueda ser mas la sensación de la fiesta.
Necesito de un amigo que reciba con gratitud mi auxilio,
mi mano extendida, aun cuando eso sea muy poco para sus necesidades.
No pude elegir a quienes me trajeron al mundo, pero puedo elegir a mi amigo.
En esta búsqueda empeño mi propia alma, pues con una amistad verdadera,
la vida se torna más simple, más rica y más bella...


Autor: Charles Chaplin

sábado, 20 de junho de 2009

Sempre ele...o Amor!

Olhares pelo mundo...

Sensual demais!

Adorável!!!


Essa poesia tem um significado especial para mim

Amo-te


Amo-te das mas variadas formas:
Com ardor,
Sem pudor,
Aflito,
Desassossegado,
Urgentemente,
Inconsequentemente.


Amo-te
Sem medidas
Ou restrições.
Um amor fascinante,
Onde se descortina
O brilho de uma luz
Que cintila mais que as estrelas do céu.


Amo-te
Como se eu fosse
Uma insano
Que num gesto tresloucado
Desnudasse o corpo completamente
E a ti me entregasse
Atrevidamente.


Amo-te
Silenciosamente
A espera do momento
Em que finalmente
Tornarei-me só teu
E tu te tornarás só minha
Para sempre.





O segredo do olhar indecifrável

Não sei por que mas aquela foto me fascina,ou melhor,é a menina da fotografia que me seduz. Existe alguma coisa naquele olhar que me intriga, que me põe aflita. Ele parece o olhar de alguém assustado;de alguém que pede socorro.Aquela fotografia é mágica.E a menina nela retratada, produz um fascínio enorme sobre mim. Quantas vezes me peguei parada na frente do porta-retrato,em cima do aparador,imaginando o que se passava na cabecinha daquela criança no instante em que se deixava fotografar. Não há como saber. A menina há muito tempo virou adulta e com ela guardou seus segredos em recôndidos lugares; não é possível desvendar esse mistério. Ah,adorável menina de cabelos castanhos-escuros brilhantes como a luz,dentro do seu vestidinho branco enfeitado de rendas,quanto carinho tenho por ti.Sinto uma vontade imensa de te colocar no meu colo,te abraçar e te beijar. E se pudesse te diria:não tenhas medo de nada;estou aqui para te proteger. Conta para mim o que te perturba. Minha doce criança,enquanto eu viver seremos inseparáveis,afinal sou a tua parte menina insegura,e tu és um pouco da mulher adulta que se esforça para não deixar que a maturidade ignore que,bem lá no fundo do meu ser,tu vives com as tuas contradições de ora se sentir criança indefesa,ora ousar ser mulher segura e absoluta de seus atos. Linda menina,está decidido:Somos democráticas, portanto o espaço é de nós duas. Vivamos em harmonia.


Apelo do coração

Atenção!
Se alguém puder me ajudar...
Necessito comprar um armário bem grande.
Nele deve haver muitas gavetas e compartimentos,
Pois preciso guardar a minha juventude,
O meu primeiro soutien, o meu primeiro sapato de salto alto
E o meu primeiro beijo roubado.
É imprescindível guardar também
Todas as minhas lembranças.
Entre elas estão as primeiras reuniões-dançantes,
Onde dancei de rosto colado,
E os namoros escondidos na matiné.
Há coisas que quero guardar para sempre,
Como por exemplo, o gosto que tinha o café
Que a minha mãe levava para mim,
Na cama, nas manhãs de domingo.
Desejo guardar, bem lá no fundo de uma prateleira,
O meu vestido de festas preferido,
Aquele que usei no dia em que te conheci,
Trocamos olhares furtivos
E descobrimos que foi amor à primeira vista.
Por fim, quero guardar um pouco das histórias que vivi
E até mesmo as que não vivi,
Mas que ficaram na memória dessa senhora
Que um dia já foi chamada de senhorita.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Nesse feriado, dei um "pulo" a Buenos Aires. Ela continua, como sempre, encantadora!


No hotel, depois das compras.

Arte no metrô!

Poderia haver companhia melhor que a dele!?


Depois de um jantar regado a muito vinho e tango rsrs


Até a porta do elevador do hotel combinava com a nostalgia de Buenos Aires.


Puerto Madero: Inesquecível!

Café Tortoni: Imperdível!!

Galeria Pacífico em Buenos Aires: Sofisticadíssima!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Crônica


Uma escolha difícil...

Ontem assisti pela décima vez ( talvez mais rs ) um filme que me emociona demais: As pontes de Madison.
Para quem nunca assistiu, aconselho a ver; ele trata de uma paixão de uma dona de casa, mulher de um fazendeiro e mãe de dois adolescentes, por um fotógrafo da revista National Geographic.
As personagens são interpretadas por Meril Streep e Clint Eastwood. Ela vive numa pacata cidadezinha do interior dos Estados Unidos. Sua rotina é cuidar da casa e da família; seu lazer se resume às festas locais e de vez em quando reunir os amigos para um churrasco ou coisa parecida.Tudo começa quando um desconhecido passa pela sua fazenda para pedir informações a respeito de algumas pontes de arquitetura peculiar que havia por ali, pois ele fora contratado para fazer uma matéria para a revista.
Ela estava sozinha na ocasião, porque a família tinha viajado para outra cidade, onde haveria uma exposição e competição de animais.Não demorou muito para que surgisse uma forte atração entre os dois e, imediatamente, as coisas tomaram um rumo perigoso para ela.
A personagem Francesca era uma mulher que, apesar de viver uma vida simples, sem grandes ambições, sentia-se meio solitária; seu marido era um homem bom, mas já não lhe despertava encanto algum, não a surpreendia com nada .
Seus filhos pouco falavam com ela, envolvidos com coisas de interesses de suas idades. Ela era uma mulher bonita, escondida atrás de roupas simples; quase sem vaidade. Entretanto, dentro de si, ainda havia sonhos, desejos reprimidos e uma inquietude que ela não sabia definir direito o que era.
Robert era um homem do mundo, vivido, já não era tão jovem; foi fácil perceber que, bem lá no fundo de Francesca, existia um mulher que estava "viva", pronta para amar e se deixar amar com muito ardor. E foi inevitável a paixao entre os dois.
Foram quatro dias de muita emoção vividas na clandestinidade.Ela redescobriu o prazer que há muito já não sentia; se entregou completamente àquele desconhecido. E tudo foi muito intenso.
Toda vez que vejo esse filme, não há como não me imaginar na "pele" de Francesca; e choro muito pelo sofrimento dos dois, quando ele tem que partir e a convida para ir com ele.
Mas Francesca é sensata. Pondera e resolve ficar. Há um diálogo lindo na última noite em que jantam juntos, onde ela diz a ele que não poderia abandonar a família; que o marido e os filhos precisavam dela. Que a filha estava na idade de se apaixonar, e que quando encontrasse alguém para constituir uma família, é com ela - a mãe - que iria contar para falar dessas coisas tão íntimas. Ela diz que se fosse embora com ele, em um mês estaria se odiando por todo o mal que teria causado àqueles a quem ama. Além disso, a magia do momento não perduraria fora daquele cenário construído por eles naquele momento especial de suas vidas. O mais bonito, para mim, é quando ele diz a ela que o que aconteceu entre eles não se repetiria; que a partir dali, eles seriam parte um do outro, estivessem onde estivessem. E então, ele parte.
Depois de alguns anos, ela viúva, recebe do advogado de Robert, uma caixa com alguns objetos pessoais: pulseira, a corrente que tinha lhe presenteado, cartas e o livro com o trabalho e as fotos das pontes que o fizera ir até aquela cidade.
Ele nunca deixou de pensar nela até o momento da sua morte, assim como ela o teve em seus pensamentos para o resto de sua existência. Bem, fico imaginando quantas pessoas têm a sorte de viver uma grande paixão assim.
Não importa o tempo que leve, quando ela é verdadeira, vale a pena vivê-la com toda a intensidade.Não estou fazendo a apologia da infidelidade, mas acredito que homens ou mulheres não podem se privar de viver uma experiência semelhante a do filme, se o destino assim decidir. É lógico que devem ponderar os riscos do sofrimento; das perdas e ganhos que certamente terão. Mas, se forem coerentes, não machucando terceiros ou quartos...sempre valerá a pena viver emoções que ficarão para sempre em suas lembranças. Não será pior se proteger para não sofrer e nunca arriscar nada? E quem sabe, numa dessas, os momentos de felicidade vividos não sejam tão breves e possam se transformar num Happy End...

Decifra-me ou devoro-te

Sou o teu enigma,
O teu mistério,
Guardo segredos,
Que só a ti revelarei.
Desafio-te a desvendar-me.
Segue as pistas,
É impossível errar.
Vivo em teus sonhos,
Respiras o meu ar,
Teu coração bate por mim,
Desejas me possuir,
Pra sempre junto a ti.
Sou aquela,
A quem juraste,
Amar até a morte.
Meu sorriso,
Ilumina a tua alma,
E os meus beijos,
São mais doces,
Que o néctar dos deuses.
Preciso dizer mais?

Decifra-me...ou devoro-te!