sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
domingo, 20 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Sede de Vida!
Aquele Rosto lacrado por Traços de Apatia
Flecha o Olhar opaco pelo Longínquo
E desmorona num débil Ajoelhar
O Gravítico cair da "Última Lágrima"
Entoa amorfo no Chão Árido
E em Pó se dissipa sem deixar Rasto
Volta as Mãos para o Horizonte
Onde sem Tréguas o Céu derrama
Todo o Poder que tarda em se Aproximar
Na ausência de qualquer Promessa
Aguarda pelo "Gotejar de Vida"
Que recresce na Imprevisibilidade
Chega Agora e caí incessante sobre aquele Rosto
Aquecendo a Alma que se Reerga!
Planeta M (Marlene)
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
Drink Remix Absolut Drinks Brasil
Green Apple
Ingredientes
50 ml de Absolut Pears
1/2 kiwi cortado em fatias
1/2 pepino fatiado sem o miolo
1 dash de limão
1 colher pequena de açúcar
Como preparar
Em uma coqueteleira, macere o kiwi e o pepino junto com o açúcar (ou adoçante), adicione o limão, gelo, a dose de Absolut Pears e agite. Servir com mexedor em copo baixo ou old-fashioned.
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Retrato de Mulher Triste
Vestiu-se para um baile que não há.
Sentou-se com suas últimas jóias.
E olha para o lado, imóvel.
embala-se em valsas que não dançou,
levemente sorri para um homem.
O homem que não existiu.
Se alguém lhe disser que sonha,
levantará com desdém o arco das sobrancelhas,
Pois jamais se viveu com tanta plenitude.
Mas para falar de sua vida
tem de abaixar as quase infantis pestanas,
e esperar que se apaguem duas infinitas lágrimas.
Cecília Meireles, in 'Poemas (1942-1959)'
Sentou-se com suas últimas jóias.
E olha para o lado, imóvel.
embala-se em valsas que não dançou,
levemente sorri para um homem.
O homem que não existiu.
Se alguém lhe disser que sonha,
levantará com desdém o arco das sobrancelhas,
Pois jamais se viveu com tanta plenitude.
Mas para falar de sua vida
tem de abaixar as quase infantis pestanas,
e esperar que se apaguem duas infinitas lágrimas.
Cecília Meireles, in 'Poemas (1942-1959)'
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
sábado, 29 de janeiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
domingo, 16 de janeiro de 2011
De vez em quando
De vez em quando
lembra-te de mim...
Do quanto nos amamos,
dos limites que ultrapassamos,
amor que desconhece fim.
De vez em quando
olha tua janela...
Vê-me refletida nela.
Sou aquela cotovia! Só tu vias...
Versejando poesias,
versos que nos envolviam, sonhando.
De vez em quando
dedilha ao piano
e me sintas dançando
aquela sinfonia
que nos (en)levava e trazia
de volta de nossa utopia.
De vez em quando
ouve nossa canção
e atenta ao estribilho
que nos causava emoção
projetando ao nosso olhar intenso brilho,
compartilhando de nossa vida, sem despedida.
De vez em quando
pega meu retrato, que mesmo inanimado
anseia ser tocado.
Manda-me um recado...
Conta-me onde foste... Pra que lado?
Partiste um dia... Onde estás?
Captarei por telepatia,
entrarei em sintonia,
momento único e fugaz.
De vez em quando
abraça-te a mim...
Quero estar bem junto a ti,
apagar a tua ausência,
sentir a tua presença...
Leva-me! Não me deixes aqui.
(Carmen Lúcia)
lembra-te de mim...
Do quanto nos amamos,
dos limites que ultrapassamos,
amor que desconhece fim.
De vez em quando
olha tua janela...
Vê-me refletida nela.
Sou aquela cotovia! Só tu vias...
Versejando poesias,
versos que nos envolviam, sonhando.
De vez em quando
dedilha ao piano
e me sintas dançando
aquela sinfonia
que nos (en)levava e trazia
de volta de nossa utopia.
De vez em quando
ouve nossa canção
e atenta ao estribilho
que nos causava emoção
projetando ao nosso olhar intenso brilho,
compartilhando de nossa vida, sem despedida.
De vez em quando
pega meu retrato, que mesmo inanimado
anseia ser tocado.
Manda-me um recado...
Conta-me onde foste... Pra que lado?
Partiste um dia... Onde estás?
Captarei por telepatia,
entrarei em sintonia,
momento único e fugaz.
De vez em quando
abraça-te a mim...
Quero estar bem junto a ti,
apagar a tua ausência,
sentir a tua presença...
Leva-me! Não me deixes aqui.
(Carmen Lúcia)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
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